segunda-feira, 27 de abril de 2015

Você é Nocivo

Chegou um momento que tudo na minha cabeça está confuso.
Será que sou o que sempre pensei?
Eu sei que te quero aqui.
Mas não sei mais se isso é certo.
Você é nocivo!
Mas me viciou.
Eu quero lembrar que quando estavamos juntos tudo deu errado.
Mas só lembro do quanto tudo foi bom.
Eu te odeio, pois te amo!

                      Die Niehus.

Por Que Você é Tão Complicado?

Por que você é tão complicado?
Por que seu sorriso me fascina?
Toda vez que te vejo quero te beijar.
Como pode despertar isso em mim?
Quem é você?
Eu te quero aqui.
Comigo.
Sempre.
Mais que tudo eu preciso de ti.
Eu te amo!

                          Die Niehus.

sábado, 25 de abril de 2015

Palavras

Todos sempre me disseram que palavras machucam.
Qual o tolo que não havia percebido isso ainda?
Muitos se machucam com palavras ditas por outros.
Eu?
Me machuco com minhas próprias palavras.
Com sussuros não ditos.
As palavras magoam,
Mas coisas não ditas doem muito mais.
Eu prefiro sofrer em silencio.
Jamais te levaria pra um abismo comigo, Querida.
Por isso, algumas das palavras não ditas foi um...
Eu Te Amo!

                   Die Niehus e A.C

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Paz

Paz...
Como algo que não pode ser visto, nem tocado, pode ser tão desejado?
Alguém sabe o que isso realmente significa?
Me sinto tranquila nesta noite turbulenta.
Me sinto leve na lembrança do seu beijo.
Me sinto em paz observando as estrelas.
Me sinto livre na brisa da manhã.
Isso é a minha paz.
Mas qual a sua?

  
                            Die Niehus.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Nothing Else Matters

Sempre confiamos em quem nós somos.
Não importa a distância ou o tempo.
Mas agora nada mais importa.
O vento levou tudo que realmente valeu a pena.
Vivemos a vida do nosso jeito
Confiando no coração.
Nunca me abri desse jeito
Nunca me importei com o que eles pensam.
Com o que eles sabem.
O medo nos afasta dos nossos sonhos.
Mas agora, nada mais importa.
O mundo mudou de cor quando resolveu partir.
Tudo que sobrou foram as lembranças diluídas em vinho.

                                    Die Niehus.

terça-feira, 14 de abril de 2015

I See You

Te observo dia a dia.
Congelou quando nossos olhares se encontram.
Por que tudo o que não podemos ter é o que mais queremos?
Você nem de longe é o que sempre sonhei.
Mas não sei como explicar porque acordo no meio da noite pensando em você.
Só em você.
Quado te vejo sorrir o mundo para e só existe nos dois.
"Acho que gosto de você bem do jeito que você é."



                             Die Niehus.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Live to Love You

É tão ruim pensar em como tudo foi um dia.
Pensar que sinto a tua falta a cada dia.
Não posso acreditar que tenha sido mentira tudo que vivemos um dia.
Em sonhos, quantos beijos te dei?
Quantos dias passamos juntos?
Quantas vezes criamos o nosso mundo?
Quantas vezes te olhei e sorri?
Sonhei para acredita,
Que vivi pra te amar!

                            Die Niehus.

domingo, 12 de abril de 2015

Need You

Queria desabafar.
Não aguento mais ficar assim.
As palavras trancadas, esmagando meu peito.
Queria que me amasse como eu te amo.
Queria que não tivesse esquecido como fomos felizes.
Quem dera pudesse fazer meu coração te esquecer.
Esquecer teu cheiro, teu beijo, teu toque.
Mas a minha mente só me faz pensar em você a cada minuto.
Agora as estradas sumiram.
As luzes se apagaram.
Não sei por onde ir,
O que seguir.
Eu quero você.
Mas, você já esqueceu de nós dois.
Só me resta esperar tudo desabar sem ver você voltar.

                               Die Niehus.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

I'm With You... Parte 2

Quando Ana chegou a casa de Rafael já eram 20:30. Ele tinha pedido uma pizza e separado uns filmes para eles assistirem.
- Como é sexta, pensei que poderíamos jantar e ver uns filmes. O que acha?
- Ah, já que esta tudo pronto eu não vou recusar né  - ela riu - Mas não posso sair daqui muito tarde.
- Não tem problema, eu te levo em casa depois.
- Okay então.
Ana escolheu um filme de terror. Sabia que não demostraria emoção com filmes assim, nem mesmo medo.
- Ana?
- Que?
- Na verdade... Eu... Não te chamei só para ver um filme.
- Ah, vai dizer isso só agora que o filme ta na metade. - disse ela rindo.
Ele se aproximou, olhou nos olhos dela e desenhou seus lábios com o olhar.
Ele a beijou. Ela não poderia resistir a aquilo e também o beijou.
Era um desejo mutuo. Notava-se sempre que se olhavam.
- Rafael... Não... Isso...
Ele não a deixou terminar, a beijou novamente, puxando-a para cada vez mais perto.
Ela estava quase entregue, mas sua consciência não a deixava fazer isso. Ela o afastou novamente.
- Sério. A gente não pode ficar. Se você me conhecesse de verdade não ia gostar de mim.
- Ana, tu sempre diz algo do tipo, eu já provei o suficiente que te amo. Que te quero.
- O que tu quer? Uma caixa de surpresas? É isso que eu sou. Eu sou o que tu mesmos espera, ninguém gosta de mim, e jamais gostaram do que eu escondo, do que eu sou. Tu também não vai gostar Rafa.
Ele se aproximou novamente, colocou a mão em seu pescoço e sussurrou em seu ouvido:
- Ana, eu não me importo com o que tu acha que eu vou gostar ou não. Eu não me importo se tu for fria e cruel. Eu só quero acordar de manhã e saber que você ainda estará do meu lado.
- E tu não consegue entender. Eu não me entrego por isso. Tenho medo de tu não estar mais lá.
- Ana, eu nunca vou te deixar. Eu te amo. 
 Ele a beijou novamente.

Ela não conseguia resistir a ele, o seu corpo a impelia a beija-lo mais e mais, ela também o amava. Existia algo que os fazia parecer imãs. Esse algo especial ela via nos olhos de Rafael. Ela espera que fosse para sempre. E de alguma forma sabia que era.
Ela sabia que quando acordasse pela amanhã ele estaria lá... Sempre.

                                Die Niehus.

I'm With You

  Ana era uma garota reservada. Quase ninguém a notava, ela costumava sentar ao fundo sala, sempre com capuz e fones de ouvido.
Ela gostaria de ser invisível, e para alguns realmente era, mas não para Rafael, ele a notava, o desejo dele era tirar aquele disfarce. Ele a vira uma vez no shopping, sabia que era uma menina bonita, nao entendia porque ela tanto se escondia.
Em uma quarta-feira nublada, faltou um professor de 2° e 3° períodos, Rafael resolveu que aquele era o dia em que tomaria coragem e falaria com Ana.
- Oi, tudo bem? - disse ele sorrindo.
Ela olhou com um olhar pouco desconfiado, tirou os fones e respirou fundo.
- Aham.
- Eu sou o...
Ela o interrompeu.
  - Eu sei quem tu é. Não entendo o que faz aqui.
  - Pensei que...
  - Que o que? Que porque eu fico sozinha quero companhia?
- É que...
  - Eu sei fazer amigos. E se não tenho nenhum é por que nao confio em ninguém. - Ela levantou-se e saiu da sala.
Rafael a observou boquiaberto até sua silhueta desaparecer no imenso corredor.
Ele não entendia.
"O que teria feito de errado?"  pensou.
Ele não sabia, mas se decidiu, daquele dia em diante ia mostar à Ana que ele não era qualquer um, e que merecia a sua confiança.

Todos os dias ele a encurralava em um canto da escola para conversarem, ele sempre escolhia ela para fazer trabalhos em grupo, ia com ela até em casa, fazia de tudo para estar sempre ao seu lado. Chegava a ser chato as vezes. Por fora tudo que ele fazia a deixava furiosa, mas por dentro, ele tinha certeza, aquele frio coração batia mais forte. A cada dia ele sentia ela se entregar um pouco mais, sorrir mais, falar mais, se esconder menos.
Para Rafael o amor não era uma novidade. Mas, Ana o trouxe para um mundo completamente diferente de tudo que já havia vivido. Ela era tão complicada, mas ele sabia que dentro dela, por trás daqueles resquícios de um velho batom vermelho e aqueles olhos raivosos que queimavam como brasa, existia algo espcial demais. Era algo tão especial que ela nunca atreveu-se mostrar a ninguém.
Mas Rafael precisava saber.
"Será que algum dia ela vai me amar como eu amo ela?"
Ele sabia que a queria. Que precisava dela. Então mandou uma mensagem:
"Ana, pode vir aqui em casa a noite?"
" Acho que sim. Por quê?"
"Vem e eu te conto. Beijos"
"Ta, tchau."

Continua...

                                Die Niehus.

terça-feira, 7 de abril de 2015

How Unfair it's Just Our Luck

O destino nos trouxe até aqui.
Não pude evitar.
A culpa também foi sua.
Eu não queria ter seguido esta trilha.
O destino nos trouxe aqui
Não quero parecer cruel por dizer a verdade.
Nunca quis essa realidade.
Eu sei que fiz tudo errado
Eu sei que estraguei tudo que tínhamos
Mas eu quero você aqui
Você é minha única droga.
Meu único prazer.
Meu tudo e meu nada.
O mundo não importa se estiver aqui
Mas se não estiver tudo bem.
Mas quando lembro o quanto preciso de você
Tudo me dói.
Tudo se corrói.
Nao pode fingir que nada é real.
Por que se recusa a acreditar?
Não vou dizer que aceito sua partida.
É tudo tão injusto.
A nossa sorte é tão injusta.

                           Die Niehus.

domingo, 5 de abril de 2015

Not About Angels

Como posso te amar e te odiar ao mesmo tempo?
Como só você pode me deixar sem palavras?
Não entendo como pode me fazer sentir tão insegura e depois tão forte.
Qual seu segredo para que minhas lágrimas virarem sorrisos corajosos?
Por que quando estou perto de você fico tão nervosa?
Por que seu olhar me fortalece?
Por que você?
Nao entendo!
Em que momento passou a ser tudo que eu preciso?
No momento em que o ar petrificou
Você me fascinou.
Não sei como, mas seu jeito me conquistou
Me seduziu e enfeitiçou.


                             Die Niehus.

Forget

Não sabe o que fez, não é?
Esqueceu de medir as consequências.
Esqueceu que quando um amor acaba deixa rastros difíceis de apagar.
Esqueceu de se importar.
E eu?
Esqueci que existe um mundo maior que nós dois.
Esqueci de parar de te amar.
Queria te apagar assim
Fácil como esqueceu de mim.

                            Die Niehus.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Memórias fragmentadas


Meu peito dói
As lágrimas correm por minha face
Minhas pernas tremem
Cada vez que lembro que te perdi
Minhas memórias me torturam
Te amar demais sem você nunca ter me amado
Te dei o que não te pertencia
Te dei meu coração
Por isso te amo
Ah, como te amo.


                           Die Niehus.