quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Vidas Cruzadas

As coordenadas de uma vida são seguidas por diversas pessoas,
Que seguem diferentes caminhos.
Alguns se cruzam,
Outros se separam.
Nos orientamos de acordo com o que acreditamos.
Nem sempre o que acreditamos é o certo,
Mas no fim chegamos sempre ao mesmo lugar.
Apesar dos obstáculos, valeu a pena dar a volta em um mundo de vidas.

                         Die Niehus.

Odeio este silêncio

Silêncio, um som tão alto
Ouvido por poucos humanos...
Odeio as vozes que moram nesse infinito.
Apenas o som do ar sem palavras,
Palavras não ditas,
Palavras trancadas no fundofundo da garganta daqueles que acreditam
Que tudo vai passar.
Um silêncio sem fim,
Um vácuo,
Um sentimento perdido...
Com vozes de arrependimento que dizem que tudo poderia ser diferente.
Odeio este silêncio!

                         Die Niehus

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Seus Detalhes

Não quero dizer que te amo!
Eu quero que saiba que te amo!
Eu amo em você todos os detalhes que passam despercebidos.
Aqueles olhares que são perdidos.
Momentos congelados,
Minutos, segundos perdidos em sorrisos escondidos.
Se sou capaz de te captar assim,
É porque meu amor por você nao tem fim!

                          Die Niehus.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Delírio

Como tem coragem de fazer isso comigo?
Como pode me deixar assim?
Deveras palavras de amor não são para todos.
Hoje estou certo de que não sabe amar
Então porque eu te amo?
Eu que me julgo sabedor dos versos de amor
Não sei como apresenta-los a ti
No fim vejo que quem não ama sou eu!
Sou só mais um louco no ápice de seu delírio!

                   Die Niehus.

domingo, 9 de novembro de 2014

Também estou jogando

Jogou, brincou
Fingiu que amou
Fez-se feliz e logo me deixou.
Sorrindo logo pensou
Que chorando estou
Sempre achou que estava ganhando
Lembre-se meu doce
Também estou jogando.
   

                      A.C.

 

Quando se for

Meu mundo sem cor
Talvez seja quando se for
Se hoje te amo, amanhã só resta dor
Me engano aos poucos
Me distraio
Me iludo
Palavras contraditórias
Fluindo em meu imaginário
Esse ódio sempre foi amor,
Seu otário!

                              A.C.

Quisera Eu

Quisera eu não ter sofrimento.
Quisera eu não chorar a todo momento.
Se planto amor,
Porque é sempre dor que colho?
Meu coração derretido, morto dolorido em meio a um olhar sofrido!

                             A.C.

Caminho de Mágoas

  Caio tinha 17 anos. E descobriu que o amor era algo complicado, principalmente para alguém que nunca tinha amado. Ele sabia que Clarissa era apaixonada por ele, mas ele era apaixonado por Tatiana, a amiga dela, que também dizia ama-lo. Clarissa por ser amiga de Caio resolveu ajuda-lo a ser menos lesado no tema romance, e ele a ajudava a ser meno lesada socialmente, era uma via de mão dupla.
  Certo dia Caio percebeu que Clarissa era capaz de quase qualquer coisa por ele, foi quando os joguinhos sentimentais começaram. Caio jogava com as duas como se ele as quisesse mas no fim nada o fazia. Elas cansaram desta brincadeira, e o deixaram partir.
  No começo ele foi tomado pela raiva, depois, pela tristeza, até que por fim... um vazio. Nesse vazio habitava vozes que o diziam para segui um determinado caminho, sem forças para dizer o que era certo ou errado ele aceitou a proposta, fez o que foi sugerido.
  No meio de um caminho de mágoas, Caio, descobriu quem realmente o amava. Clarissa não só o dizia amar, ela provou o seu amor com sua dor. A dor de um coração dilacerado.
  Caio pensou em voltar atrás vendo os olhos daquela menina tão triste. A tristeza estava tão impregnada que só se viam círculos em órbitas vazias.
  No momento que ele tentou voltar atrás, para tomar o amor que era seu por direito, descobriu que as vozes tinhas guerras, guerras que estavam tão profundamente enfiadas em seu coração, em sua alma, que já faziam parte do seu ser.         
  Era tarde demais para concertar seus erros, tarde demais para voltar atrás. Ele acabou morrendo sozinho no meio de um caminho desastroso que só trouxe dor e sofrimento.
    Antes tivesse acreditado em quem realmente o amava, antes tivesse deixado de lado as vozes de um silêncio que não tem fim.

                      Die Niehus.